Crack na lataA RBS promove hoje (29/06) talk show para debater a epidemia do crack, que segundo pesquisas assola 50 mil famílias gaúchas. O Evento vai ocorrer no centro de Eventos do ShoppingBarraSul em Porto Alegre, inserido na campanha Todos Contra o Crack. A necessidade de eventos como este, que irá reunir jornalistas, médicos, autoridades se faz mais do que correto, é preciso criar políticas preventivas para que as pessoas não tenham o primeiro contato com a droga e desta maneira seja diminuido o risco do vicío. um desses nichos é a campanha em meios de comunicação. Segundo matéria veículada no Clic RBS, um ex-usuário de crack contará a sua trajetótria enquanto esteve “com a cabeça na pedra”. É necessário, e isso é um problema das autoridades, criar condições através de escolas, do combate ao crime e zelar da saúde mental da sociedade. Para muitos, o crack é uma droga nova, mas não é verdade, o crack surgiu na década de 80 em Los Angeles no Estados Unidos, sendo fumado principalmente pelas classe mais pobres, por ser uma droga relativamente mais barata que a cocaína. Essa campanha promovida pelo grupo RBS vem em boa hora, ou melhor com um pouco de atraso segundo Maurício Rudolfo, filósofo e estudante de direito” quando a droga começou a invadir as classes mais favorecidas, as autoridades começaram a se mexer e dentro disso o maior veículo de comunicação do estado desenfreou uma campanha em seus telejornais, jornais impressos e rádio. Antes tarde do que nunca”, afirma.

O atual treinador da equipe brasileira teve uma era assinalada com seu nome, a “Era Dunga”. Em 1990 o Brasil foi desclassificado precocemente da Copa do Mundo e a vida no futebol, parecia estar acabada para Carlos Verri. Quatro anos depois veio a redenção, levantou a taça do tetra campeonato e lia-se em seus lábios através das imagens, com a taça em punhos erguida para o alto, bradava: “Fotografem seus traíras!”. O tempo passou e catorze anos depois numa atitude inesperada CBF – Confederação Brasileira de Futebol, anunciou Dunga como treinador da equipe canarinho.Os critícos deram “pulos”, diziam não entender como um ex-jogador de futebol que nunca havia treinado uma equipe sequer, poderia trabalhar como treinadar de uma das principais seleções de todo o mundo. Talvez hoje, com o título da Copa das Confederações, mais uma vez se prova que é necessário esperar o trabalho chegar ao fim, para assim avaliar e criticar.Segundo Sérgio Luiz, professor ” a imprensa não assume o valor do treinador Dunga, quando os elogios são feitos vai sempre em direção a equipe num todo. Ele assume uma postura de vibração e seriedade diante dos jogadores, mereceser campeão!”, reitera. Pela frente a seleção tem mais uma missão, a busca do hexacampeonato na Copa do Mundo na África. O grupo está praticamente fechado, com grandes jogadores que passam por boas fases em seus clubes, como o goleiro Julio César.

Assassinada pelo terror

Assassinada pelo terror

Na semana passada uma mulher iraniana, Neda Agha Soltan, estava em meio a um protesto contra a política reacionária e autoritária do governo do Irã. Foi morta com um tiro só, como mostram as imagens, feitas por um estudante. O corpo não foi entregue a aos seus parentes, enterraram a vitíma sem que a família soubesse, em mais uma demonstração de irrelevância autoritarismo e crueldade. Matam e determinam: nem uma lágrima! Os protestos contra as eleições fraudelentas no país, tem sido marcado por constantes confrontos, demonstrando o ódio que encanta aqueles que estão no poder. de um lado um lado o presidente eleito de forma ilegal, de outro o derrotado por eleições incita a população a ir em frente, reafirmando a ódio que carrega dentro de si e o descaso com a vida. A sociedade no mundo todo está vivendo em um momento caótico, onde o medo é o sentimento mais próximo e muitas vezes enlouquecedor.”O fato que ocorreu no Irã, nos faz pensar até que ponto as pessoas devem pagar por questões de ideologia política e religiosa. Pessoas inocentes, juntamente com sua família, vem sofrendo e muitas vezes nem estavam diretamente ligadas aos confrontos. Há uma inversão de valores, a sociedade está ruindo e não encontramos meios para resolver conflitos com o minímo de dignidade e inteligência” afirma a psicóloga Sabrina koch.

Racismo uma bola da vez

Junho 25, 2009

Mais uma vez estamos postos diante de um possível caso de racismo no futebol brasileiro. O caso ocorreu quando o atacante Maxi Lópes do Grêmio, na primeira semi-final da Taça Libertadores da América em Belo Horizonte, disputada ontem ( 24/06), no estádio Mineirão, xingou o jogador do Cruzeiro Elicarlos de “macaco”, segundo testemunhas e o próprio atleta cruzeirense. Para  Raul Alves, apaixonado por futebol “isso é mais uma demonstração de intolerância mas o resultado do jogo não muda, o Grêmio tem uma difícil missão”, afirma. Sendo isso ou não, precisamos deixar claro que não há mais lugar para este tipo de reação dentro dos estádios. O jogador Cristian do Corinthians afirmou em entrevista não tolerar de maneira alguma este tipo de ofensa. Em tempo, devemos nos perguntar onde anda a CBF que sequer uma nota sobre o assunto publicou. Na imagem gerada pela Sportv é possível entender que realmente que Maxi Lópes não pronuncia a palavra “macaco” e sim ” macaquito”. Em 2014, na Copa do Mundo no Brasil, as coisas continuaram assim? Já é tempo de incoerência e incapacidade de conviver em harmonia serem punidas com severidade pelas autoridades competentes. Ou acabamos com o racismo ou a violência só tende a aumentar.