Mais uma chaga aberta na sociedade
Junho 29, 2009
A RBS promove hoje (29/06) talk show para debater a epidemia do crack, que segundo pesquisas assola 50 mil famílias gaúchas. O Evento vai ocorrer no centro de Eventos do ShoppingBarraSul em Porto Alegre, inserido na campanha Todos Contra o Crack. A necessidade de eventos como este, que irá reunir jornalistas, médicos, autoridades se faz mais do que correto, é preciso criar políticas preventivas para que as pessoas não tenham o primeiro contato com a droga e desta maneira seja diminuido o risco do vicío. um desses nichos é a campanha em meios de comunicação. Segundo matéria veículada no Clic RBS, um ex-usuário de crack contará a sua trajetótria enquanto esteve “com a cabeça na pedra”. É necessário, e isso é um problema das autoridades, criar condições através de escolas, do combate ao crime e zelar da saúde mental da sociedade. Para muitos, o crack é uma droga nova, mas não é verdade, o crack surgiu na década de 80 em Los Angeles no Estados Unidos, sendo fumado principalmente pelas classe mais pobres, por ser uma droga relativamente mais barata que a cocaína. Essa campanha promovida pelo grupo RBS vem em boa hora, ou melhor com um pouco de atraso segundo Maurício Rudolfo, filósofo e estudante de direito” quando a droga começou a invadir as classes mais favorecidas, as autoridades começaram a se mexer e dentro disso o maior veículo de comunicação do estado desenfreou uma campanha em seus telejornais, jornais impressos e rádio. Antes tarde do que nunca”, afirma.
Dunga, a seleção brasileira e os críticos
Junho 28, 2009
O atual treinador da equipe brasileira teve uma era assinalada com seu nome, a “Era Dunga”. Em 1990 o Brasil foi desclassificado precocemente da Copa do Mundo e a vida no futebol, parecia estar acabada para Carlos Verri. Quatro anos depois veio a redenção, levantou a taça do tetra campeonato e lia-se em seus lábios através das imagens, com a taça em punhos erguida para o alto, bradava: “Fotografem seus traíras!”. O tempo passou e catorze anos depois numa atitude inesperada CBF – Confederação Brasileira de Futebol, anunciou Dunga como treinador da equipe canarinho.Os critícos deram “pulos”, diziam não entender como um ex-jogador de futebol que nunca havia treinado uma equipe sequer, poderia trabalhar como treinadar de uma das principais seleções de todo o mundo. Talvez hoje, com o título da Copa das Confederações, mais uma vez se prova que é necessário esperar o trabalho chegar ao fim, para assim avaliar e criticar.Segundo Sérgio Luiz, professor ” a imprensa não assume o valor do treinador Dunga, quando os elogios são feitos vai sempre em direção a equipe num todo. Ele assume uma postura de vibração e seriedade diante dos jogadores, mereceser campeão!”, reitera. Pela frente a seleção tem mais uma missão, a busca do hexacampeonato na Copa do Mundo na África. O grupo está praticamente fechado, com grandes jogadores que passam por boas fases em seus clubes, como o goleiro Julio César.
No Irã nem ser triste é possível
Junho 26, 2009

Assassinada pelo terror
Racismo uma bola da vez
Junho 25, 2009
Mais uma vez estamos postos diante de um possível caso de racismo no futebol brasileiro. O caso ocorreu quando o atacante Maxi Lópes do Grêmio, na primeira semi-final da Taça Libertadores da América em Belo Horizonte, disputada ontem ( 24/06), no estádio Mineirão, xingou o jogador do Cruzeiro Elicarlos de “macaco”, segundo testemunhas e o próprio atleta cruzeirense. Para Raul Alves, apaixonado por futebol “isso é mais uma demonstração de intolerância mas o resultado do jogo não muda, o Grêmio tem uma difícil missão”, afirma. Sendo isso ou não, precisamos deixar claro que não há mais lugar para este tipo de reação dentro dos estádios. O jogador Cristian do Corinthians afirmou em entrevista não tolerar de maneira alguma este tipo de ofensa. Em tempo, devemos nos perguntar onde anda a CBF que sequer uma nota sobre o assunto publicou. Na imagem gerada pela Sportv é possível entender que realmente que Maxi Lópes não pronuncia a palavra “macaco” e sim ” macaquito”. Em 2014, na Copa do Mundo no Brasil, as coisas continuaram assim? Já é tempo de incoerência e incapacidade de conviver em harmonia serem punidas com severidade pelas autoridades competentes. Ou acabamos com o racismo ou a violência só tende a aumentar.